segunda-feira, abril 07, 2008

Baby Espíndola Repórter nas Festas & Eventos

CALDEIRÃO DO NEGÃO, VERSÃO 2008, SUCESSO DE PÚBLICO, NUMA TARDE DE DOMINGO


Olha nós, aqui, gente! É o máximo, nós "tá " na foto!

Música agradável, gente simpática e bonita, bebida na temperatura certa, excelente organização, além de uma deliciosa paella, foram os ingredientes, mais que necessários, para uma agradável tarde de domingo, 6 de abril, no Praia Park Club, onde aconteceu o Caldeirão do Negão 2008.

No palco principal, a festa ficou por conta do Swing Maneiro, Sensatez, Em Cima da Hora, Acústico, Nathan & Zabela. Também demonstraram seus talentos musicais, Binho C. A, Rodrigo Lima, Nando Martins, Residentes do Life.Club.

O Praia Park Club, onde rolou a festa, oferece, aos associados e visitantes, uma infra-estrutura com quatro piscinas, super-toboáguas, praça de alimentação e ainda um amplo estacionamento.

O mar que se descortina logo abaixo, é um filme sem fim, oferecido de brinde aos visitantes. Um colírio para os olhos cansados pelo dia a dia das atividades rotineiras.

A subida, sob um sol escaldante, que sofrimento! Mas, valeu a pena.

Basta observar a turma na barraca de bebida e a mesa vistosa, à disposição dos convidados, para perceber que ninguém se arrependeu. Visual incrível, e a festa bombou.










Considerando-se que, no geral, o Caldeirão do Negão foi um grande evento, nem as dificuldades de acesso e de estacionamento tiraram o brilho da festa. Uma fila, mais demorada que aquelas registradas nos centros de grandes e médias cidades, se formou a partir das 12 horas. Por conta da falta de vagas no estacionamento oficial do Praia Park, que não suportou a demanda, mas também porque, um estacionamento particular, resolveu explorar os visitantes: quinze reais por veículo. No chorinho, alguns reduziram para dez reais. Preço assim, nem no centro de Florianópolis.

O Caldeirão do Negão, evento realizado por Edmilson Cruz e Diego Pagani Martins, reuniu quase 2.000 pessoas. Oficialmente, foram vendidas 1.700 camisetas, assinadas pelos patrocinadores, mas convidados e frequentadores de última hora vieram somar-se aos demais. Eu, por exemplo, cancelei uma viagem e agendei o compromisso, na noite anterior, como representante do Jornal O Caranguejo, a pedido do diretor, Adalberto Prim.

A festa merece destaque pela organização, que contou com o apoio incondicional de amigos dos organizadores, como os jovens Rodolpho Martins e o Netinho, mas, principalmente, pela segurança, patrocinada pela própria produção, e reforçada pela Polícia Militar.

A turma, que adora mostrar a cueca, geralmente suja, não passou da porta. Muitos, adeptos desse esporte que consiste em exibir a bunda murcha, que vão às festas para aprontar, deram meia volta, quando viram o reforço policial militar. Os organizadores fizeram uma opção: qualidade ao invés da quantidade. E deu certo.

Gente bonita, boa comida, música agradável, ingredientes do Caldeirão do Negão, realizado no Praia Park Club, Morro do Tomé, em Palhoça, na tarde de domingo, 6 de abril. A segurança, bem montada, foi de fundamental importância, para o sucesso da festa.



Tarde ensolarada, temperatura agradável... Então, só sorrisos...

Fotos: Baby Espíndola

As meninas, só na curtição. Afinal, não há como ficar triste, numa tarde de domingo, com as altas temperaturas do Caldeirão 2008.





E o vereador Nazareno Martins (na foto maior, o terceiro a partir da direita), aproveitou para confraternizar com amigos

Olha aí, gente, o João do Jornal e a família Palavra Palhocense, com o Sérgio Rocha, de branco como um pombo de evento.









Caldeirão, lugar de confraternização, ótimo para mostrar o boné novo, amarelo como sol de outono.



















Quanto riso, quanta alegria, muita gente bonita no salão... Uma fartura, não "fartava" nada.










Uma festa de tirar o chapéu. Mas ela resistiu à tentação e não tirou.


O Caldeirão do Negão foi uma festa tranqüila. Mais que tranqüila, uma maré mansa. A segurança não teve nenhum trabalho. Mas estava de prontidão, tanto através dos profissionais contratados pela organização, quanto pela presença da Polícia Militar.





Se alguém tem fotos interessantes, que merecem brilhar no espaço jovem do Blog Baby Espíndola Repórter, envie para o e-mail babyespindola@yahoo.com.br.

Gente bonita,
até o Caldeirão versão 2009!

Baby Espíndola

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COMENTÁRIOS

Anônimo disse...
tem que postar grande aquela foto daquela turma que bateu foto no final, quando vc ja estav indo imbora, no qual a camera estava cheia..valeu, aguardamos a foto..abração
11:51 PM

* * *

Anônimo disse...
quando vai sair a materia do caldeirão!?a galera quer aquela foto... ;)

boa semana ai..adorei o blog..muito boa as materias

Baby Espíndola Repórter responde:

Espero que "aquela" foto que você aguardava, tenha sido postada. Agradeço pela participação.

SECRETÁRIA DE PLANEJAMENTO DE SÃO JOSÉ RECLAMA DA CÂMARA, QUE REJEITOU O PAC

Esta denúncia, assinada pela Secretária de Planejamento de São José, Lilian Lidia Wojcikiewicz Duarte Silva, chegou ao meu conhecimento, via e-mail. Tão logo tomei conhecimento do assunto, tratei de repassar aos leitores.

Considero esse tema da maior gravidade, visto que parece ter conotação com a crise sem fim, que há mais de um ano se desenrola no município, envolvendo, de um lado, o prefeito Fernando Elias (PSDB) e seu império inatingível e, de outro, o desafiante Édio Vieira (PSDB), aquartelado na Câmara.

Espero que algum vereador de bom senso possa oferecer uma resposta, pois não perderei tempo, na tentativa inútil de falar com o presidente. Há mais de um mês, Édio Vieira não abre as portas de seu gabinete para Baby Espíndola Repórter. Nem mesmo atende os telefonemas, nem os retorna.

Na última tentativa de diálogo, na sexta-feira, 4 de abril, procurei o presidente da Câmara, que estava no gabinete do vereador Amauri dos Projetos. Édio Vieira mandou dizer, através de uma funcionária, que só poderia dar entrevista na segunda-feira.

Como escrevo diariamente e o assunto era da maior importância – a justiça havia concedido liminar suspendendo a sessão de julgamento do prefeito –, desisti de Édio Vieira, e anotei as declarações de Osni Meurer, que sempre atende bem aos jornalistas, independentemente do tamanho ou importância do órgão que representam.

Só voltarei a falar com o presidente da Câmara, se ele considerar importante. Se ele continuar achando que o trabalho do blog Baby Espíndola Repórter não é importante, ou que as colunas que assino em jornais regionais não merecem sua atenção, então, que mantenha essa postura e até amplie a distância.

Da minha parte, continuarei escrevendo para os milhares de leitores, inclusive para os internautas que, em aproximadamente dez dias, fizeram mais de 3.000 visitas ao blog.

Por ora, exponho aos leitores, a denúncia da Secretária de Planejamento de São José, Lilian Lidia Wojcikiewicz Duarte Silva:

Caro Baby Espíndola:

Estou triste e frustrada! Enquanto municípios disputam um espaço no cenário federal atrás de recursos, vereadores da Câmara Municipal de São José, ficam protelando, sem justificativa, a aprovação do Projeto-PAC Pró-moradia na cidade. Queria destacar que, desde maio de 2007, acompanho esse projeto, juntamente com o prefeito Fernando Melquíades Elias, em todas as esferas (Casa Civil, Ministério das Cidades, Caixa Econômica Federal). E pasmem ! até na Câmara de Vereadores.

“Depois de encaminhado o projeto para aprovação, no dia 14 de novembro de 2007, pessoalmente participei através de convite, de uma Audiência Pública, no dia 20 de fevereiro de 2008, com a participação do presidente da Câmara, vereadores e técnicos da Caixa, para esclarecimentos referente ao projeto, bem como onde e de que forma seriam aplicados os recursos na comunidade da poligonal PAC-Serraria.


“Nesta mesma audiência, tanto eu como os técnicos da Caixa informamos que o município passou por análise de crédito, sendo sinalizado positivamente pelo agente financiador. O gerenciamento dos recursos, passa por liberação e autorização do Ministério, Caixa e prefeitura; são verbas fiscalizadas em todos os níveis.

“Então fica a pergunta: quem está perdendo com essa indefinição? O prefeito?? A Câmara?? É claro e transparente que os maiores prejudicados são os moradores desta região, que ficam na espera do fim desta história para resolver seus problemas.

E só para lembrar: se os vereadores não aprovarem o projeto, os recursos voltam para Brasília, sem a possibilidade de resgate" .

Lilian Lidia Wojcikiewicz Duarte Silva,

Secretária de Planejamento – São José

PAC PREVÊ RECURSOS DE MAIS DE 11 MILHÕES DE REAIS, PARA INVESTIMENTOS, EM SÃO JOSÉ

Mais informações chegaram, via e-mail, agora da Assessoria de Comunicação da Prefeitura, inclusive destacando um ponto crucial: “A Câmara de São José foi a única do Brasil, que não aprovou os recursos provenientes do PAC”. Os vereadores precisam de uma boa justificativa, para recusar 11 milhões e 500 mil reais em investimentos para a região de Barreiros.

Segundo correspondência eletrônica da Assessoria de Comunicação da Prefeitura, “a constatação de que a Câmara de São José foi a única do Brasil a não aprovar os recursos provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Pró-Moradia, partiu do Secretário de Assuntos Federativos, Júlio Marin, representante da Presidência da República. Ele fez essa revelação, no dia 27 de janeiro, durante uma Vídeo Conferência, organizada pela Caixa Econômica Federal, em Florianópolis, para conferir os encaminhamentos dos municípios catarinenses com relação ao PAC”.

O Secretário de Assuntos Federativos estranhou a decisão da Câmara, já que os municípios lutam para terem os recursos e os projetos aprovados.

Segundo a Secretária Municipal do Planejamento Urbano e Social, Lílian Duarte Silva, “os vereadores de São José estão irredutíveis com relação à aprovação do Projeto que significaria 11 milhões e 500 mil reais, em investimentos para a região de Barreiros”.

O representante da Presidência da República prometeu oficializar este questionamento, de não aprovação do PAC ao Legislativo Municipal.

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Poligonal I, que compreende a região entre os rios Carolina e Três Henriques, Orla Marítima e Área de Preservação Permanente da Avenida das Torres, no bairro Serraria, pretende beneficiar 1.464 famílias. São famílias de baixa renda, que possuem renda total mensal estimada em R$ 500,00.

Ainda segundo informações da Prefeitura, “os recursos seriam investidos em melhorias sanitárias domiciliares, reassentamento habitacional, pavimentação e drenagem, infra-estrutura, abertura de vias para integração, melhoramento da malha viária, requalificação ambiental e ações de regularização fundiária”.

Os projetos, desenvolvidos pelos técnicos do SEPLAN, já foram aprovados pelo Ministério das Cidades, pré-aprovados pela Secretaria de Tesouro Nacional e estão em análise, na Caixa Econômica Federal.

domingo, abril 06, 2008

INGRID BETANCOURT ESTÁ MORRENDO NOS CURRAIS FEDORENTOS E IMORAIS DAS FARC

A senhora Ingrid Betancourt, que há seis anos sobrevive, a duras penas, nos currais montados pelos terroristas das Farc, na selva colombiana, provavelmente vai morrer no cárcere.

Segundo o médico que a examinou, a refém franco-colombiana, arrancada da família e de suas atividades políticas e sociais, na Colômbia, há seis anos, apresenta um quadro de saúde complicadíssimo. Relato divulgado pela agência de notícias AFP, informa que a senhora Betancourt “tem hepatomegalia (aumento do fígado), gastrite crônica, refluxo gastro-esofágico, malária, desnutrição, irritação no colo e uma forte dor no hipocôndrio direito”.

O médico Helver Uriel Rodríguez, guerrilheiro confesso, que foi capturado há duas semanas, no povoado de Mosquera, na região de Bogotá, disse, segundo a TV Caracol, que examinou Betancourt há pouco tempo, e que entregou, à promotoria, uma lista dos problemas de saúde da refém da guerrilha. Ele confirmou que o estado de saúde da refém franco-colombiana é grave.

Consultado pela AFP, o doutor Camilo Novoa, afirmou que o diagnóstico revela que “Betancourt tem um grave caso de malária não tratada, o que provocou a inflamação do fígado e pode levar a uma falência hepática”. Disse mais, que a refém dos terroristas “pode sofrer de uma falência renal e até cardíaca por anemia”.

E quase ninguém levanta a voz, para condenar as ações dos terroristas das Farc, que têm relações muito íntimas com membros dos governos da Venezuela, do Brasil, da Bolívia, de Cuba, do Equador e de outras repúblicas bananeiras.

Afirma a AFP, que “a difícil situação da ex-candidata presidencial da Colômbia levou o governo francês a enviar, na quinta-feira, 3 de abril, uma missão médica a Bogotá, para tentar chegar à selva colombiana e socorrer Betancourt”. Porém, até sexta-feira, a missão francesa permanecia na capital colombiana, à espera da autorização das Farc, para socorrer a refém. O que, pelo menos em tese, poderia ser resolvido com uma bem planejada invasão ao acampamento dos criminosos.

Além de todo o sofrimento físico, a senhora Betencourt está perdendo a vontade de viver porque, todos os dias, do nascer do sol ao piar da coruja tardia, ela escuta sempre a mesma ladainha falsamente revolucionária dos terroristas da cueca vermelha. Palavras de ordem, de uma “revolução” que há muito tempo perdeu a motivação.

Noite e dia, ela testemunha as negociações clandestinas de cocaína e armas, inclusive para organizações criminosas do Brasil, como o PCC, de São Paulo, com tentáculos espalhados em vários estados, até em Santa Catarina, e o Comando Vermelho, do Rio.

Assiste a tudo isso, e ainda escuta os gemidos de outras vítimas de seqüestros, os gritos desesperados dos sorteados para as execuções. Porque os camaradas precisam manter a moral em alta. Sangue tem que escorrer nas valetas podres de fezes e urina onde eles se instalam. É uma questão de auto-afirmação. Até camaradas, que cometem deslizes e que são tratados como traidores, enfrentam o pelotão de execução dos sádicos "revolucionários".

A senhora Ingrid Betancourt sofre – todo esse desgaste intelectual e espiritual aumenta o estresse e diminui sua autodefesa orgânica – sofre, porque, diariamente, vê triunfar a nulidade, a incerteza, a injustiça, a hipocrisia.

Principalmente, quando ela fica sabendo que um tal de Hugo Chávez trata os bandidos da cueca vermelha (do mesmo pano que ele faz a camisa e o lenço, que fede de suor, ao pescoço), como heróis, revolucionários.

Ela, que durante toda uma vida exaltou a democracia e o direito à liberdade, definha de desgosto, no cárcere imundo. Já o sr. Chávez rasteja, na lama imunda dos charcos das matas colombianas, quando exalta as atividades criminosas e clandestinas dos terroristas, que se espalharam pelo território do Equador e que estão também na Amazônia Brasileira.

Essa afirmação foi feita, em território brasileiro, pelo presidente equatoriano, Rafael Correa, quando ele veio chorar as mágoas, no colo do “cumpanheiro”, ou seria camarada, Lula da Silva Castro Chávez Morales. Veio buscar apoio do Brasil, contra a Colômbia, porque as Forças Armadas daquele país mataram uma dezena de terroristas, supostamente em solo do Equador. Deu um beijo de Judas em Lula e, para os jornalistas, garantiu que as Farc estão no Brasil. Imediatamente, o governo brasileiro, através do Ministro da Justiça, Nelson Jobim, negou a presença do grupo terrorista em solo verde-amarelo, mas não desmentiu o camarada das selvas equatorianas.

E a diplomacia brasileira, extremamente humanitária, que tão veementemente condenou a matança dos guerrilheiros das Farc, por que, agora, não usa da mesma eloqüência, para interferir em favor da vida da senhora Ingrid Betancourt? É, sim, senhor Celso Amorim, Ministro das Relações Exteriores, uma questão humanitária, um quesito importante na regra cabocla dos direitos humanos, uma questão de vida ou morte.

Corram a socorrer a senhora Ingrid Betancourt. É uma questão de dignidade humana. Uma maneira de restaurar um mínimo de dignidade. Ou preferem vê-la morrer nos currais fedorentos e imorais, montados pelos terroristas das Farc? Senhor Hugo Lula da Silva Chávez, essa é uma questão extremamente humanitária.

(Baby Espíndola)

sexta-feira, abril 04, 2008

CÂMARA ACATA DECISÃO DA JUSTIÇA E NÃO REALIZA JULGAMENTO DE FERNANDO ELIAS

Aliados e simpatizantes comemoram (como nessa foto de arquivo) sempre que o prefeito é mantido no cargo, por força de liminar
Foto: Baby Espíndola
A decisão foi adotada, pela Mesa Diretora da Câmara, na noite de quinta-feira, após a edição de mais uma liminar da juíza Tiane Lohn Mariot, da Comarca de São José, a segunda no mesmo dia, que suspendeu “a realização da sessão de julgamento do prefeito Fernando Elias”. Horas antes, a mesma juíz havia concedido outra liminar, a primeira, que sustou, interrompeu “os trabalhos da Comissão Processante do Lixo”.

O palco estava montado, os atores do rumoroso caso, a postos, para o desfecho final: a inevitável cassação do prefeito Fernando Elias (PSDB). Eis que entra em cena, pela segunda vez, a juíza Tiane Lohn Mariot, com mais uma liminar. Fim do espetáculo.

Liminar da justiça de São José livrou prefeito Fernando Elias de uma inevitável cassação

Foto: Baby Espíndola

Nos bastidores da política, onde circulam algumas das melhores informações, fiquei sabendo que a segunda liminar foi editada, após uma visita do presidente da Câmara, ao Fórum de São José. O vereador Édio Vieira foi ao gabinete da juiza da Vara da Fazenda Pública de São José, Tiane Lohn Mariot, solicitar, humildemente, “uma reconsideração, usando argumentos fortes”.

Porém, quando o vereador confirmou o agendamento do julgamento político de Fernando Elias, para a manhã de sexta-feira, a juiza, prontamente, tomou a decisão de suspender a sessão.

INFORMAÇÃO NO SITE DA CÂMARA
Na sexta-feira, o site da Câmara passou a informar que “Decisão judicial suspende Sessão de Julgamento”

Diz a notícia: “Liminar concedida pela juíza Tiane Lohn Mariot, da Comarca de São José, suspendeu a realização da sessão de julgamento do prefeito Fernando Melquíades Elias, que seria realizada nesta sexta-feira (04/04)”.

Conforme o site da Câmara, “a ação foi impetrada pelo PSDB de São José, através do presidente do diretório, deputado Gervásio Silva, que contesta a formação da Comissão Processante do Lixo, que concluiu seus trabalhos na última quarta-feira quando apresentou relatório que pedia a cassação do mandato do prefeito Fernando Elias”.

Segundo o presidente do Legislativo, vereador Edio Osvaldo Vieira (PSDB), a Câmara irá recorrer da decisão, haja vista que a Comissão Processante foi constituída com base no artigo 5º, inciso II do decreto lei 201/67 (integra abaixo) que diz que Comissões Processantes contra prefeitos devem ser constituídas através de sorteio entre os vereadores desimpedidos. "A Comissão Processante é legal e seguiu todos os ritos legais, por isso iremos recorrer", afirmou o presidente.

O que diz o Decreto Lei 201/67, em seu artigo 5º., inciso II: “De posse da denúncia, o Presidente da Câmara, na primeira sessão, determinará sua leitura e consultará a Câmara sobre o seu recebimento. Decidido o recebimento, pelo voto da maioria dos presentes, na mesma sessão será constituída a Comissão processante, com três Vereadores SORTEADOS entre os desimpedidos, os quais elegerão, desde logo, o Presidente e o Relator”.

Na noite de quinta-feira, meus endereços eletrônicos foram bombardeados com mensagens, todas elas informando sobre a segunda liminar do dia, aquela que suspendeu a sessão.

Essa, enviada pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura, na noite de ontem, avisava: “A juíza Tiane Lohn Mariot, da Vara da Fazenda Pública de São José reafirmou, há poucos minutos, o cancelamento da sessão de julgamento do Prefeito Fernando Elias, que seria realizada amanhã, dia 04 de abril.

Dito e feito. E foi isso o que aconteceu. Ou seja, nada. Os vereadores cederam à decisão judicial e Fernando Elias, que separou a cabeça da imagem de São José, da Beira Mar, para conservação, depois de muita reza ao santo, literalmente, salvou a sua própria cabeça, que estava seriamente ameaçada pela guilhotina política do Poder Legislativo.

“INTERFERÊNCIA INDEVIDA”
Enquanto alguns vereadores optaram pelo oportuno silêncio, o presidente da Comissão Processante do Lixo, vereador Osni Meurer (PP), manifestou, publicamente, sua revolta com a decisão judicial: “Mais uma vez, a justiça passa a interferir de forma indevida, na política de São José, com decisões sem nexo, visando apenas a beneficiar o prefeito, mesmo com as várias denúncias de corrupção”, reclamou. “A intenção é fazer com que Fernando Elias ganhe tempo até que ele cumpra seu mandato. Parece até uma ação encomendada”, afirmou o vereador.

Sobre a argumentação dos defensores de Fernando Elias, de que a proporcionalidade de partidos não foi respeitada na Comissão, que apurou possíveis irregularidades no contrato do lixo, Osni Meurer foi categórico: “Representantes da base do governo foram sorteados para compor a Comissão (conforme prevê o Decreto Lei 201/67), mas não aceitaram o convite”, afirmou o parlamentar. Meurer explicou que, diante da recusa dos aliados do prefeito, em compor a Comissão, “nos baseamos na lei federal que não prevê o princípio da proporcionalidade, no caso da Comissão Processante”.

Osni Meurer (dir.), com o presidente da Câmara, Édio Vieira: “Representantes da base do governo foram sorteados para compor a Comissão, mas não aceitaram o convite”

Foto: Baby Espíndola

A tática da defensoria de Fernando Elias é velha, surrada, mas eficiente. Não cumpre as datas previstas para a defesa, para depois alegar, em juizo, que fora negado o amplo direito de defesa.

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BOMBARDEIO DE INFORMAÇÕES
Durante a noite de quinta-feira, meus endereços eletrônicos foram bombardeados com mensagens eletrônicas, da Assesseria de Comunicação da Prefeitura, profissonais e tecniamente corretas, e também de aliados do prefeito, alguns até mais agressivos, forçando para que uma notícia, relativa ao caso – CÂMARA VOTA CASSAÇÃO DE FERNANDO ELIAS, NA SEXTA, APESAR DA LIMINAR DA JUSTIÇA – fosse tirada do blog Baby Espíndola Repórter.

Mentive a notícia, postada às 18h13, porque a assessoria do presidente da Câmara assegurava que a sessão de julgamento do prefeito seria realizada, no horário estabelecido, 8 horas de sexta-feira, 4. Mas, principalmente porque o site da Câmara mantinha a manchete: “SESSÃO DE JULGAMENTO DO PREFEITO FERNANDO ELIAS SERÁ NA SEXTA-FEIRA”.

18h23
A PRIMEIRA mensagem eletrônica, comunicando sobre “o cancelamento da sessão de julgamento”

Data:
Thu, 3 Apr 2008 18:23:04 –0300
De:
"Rafaela Linhares" O Yahoo! DomainKeys confirmou que esta mensagem foi realmente enviada pelo gmail.com. Mais informações
Assunto:
JUÍZA REAFIRMA AGORA CANCELAMENTO DA SESSÃO DE JULGAMENTO DO PREFREITO FERNANDO ELIAS
A juíza Tiane Lohn Mariot da Vara da Fazenda Pública de São José reafirmou, há poucos minutos, o cancelamento da sessão de julgamento do Prefeito Fernando Elias ...
(...)

18h59
A SEGUNDA mensagem eletrônica, comunicando sobre “o cancelamento da sessão de julgamento”

Data:
Thu, 3 Apr 2008 18:59:35 –0300
De:
"Rafaela Linhares" O Yahoo! DomainKeys confirmou que esta mensagem foi realmente enviada pelo gmail.com. Mais informações
Assunto:
ERRATA - CANCELADA A SESSÃO DA CÂMARA DE AMANHÃ - DIA 04 DE ABRIL e não dia 06 de abril
JUÍZA REAFIRMA CANCELAMENTO DA SESSÃO DE JULGAMENTO DO PREFEITO FERNANDO ELIAS
A juíza Tiane Lohn Mariot da Vara da Fazenda Pública de São José reafirmou, há poucos minutos, o cancelamento da sessão de julgamento do Prefeito Fernando Elias, que seria realizada amanhã, dia 04 de abril. Segue abaixo, texto na íntegra dessa reafirmação:
(...)

21h31
A TERCEIRA mensagem eletrônica, comunicando sobre “o cancelamento da sessão de julgamento”

Data:
Thu, 3 Apr 2008 21:31:04 –0300
De:
"Comunicação PMSJ" O Yahoo! DomainKeys confirmou que esta mensagem foi realmente enviada pelo gmail.com. Mais informações
Para:
"Luiz Carlos Espíndola"
Assunto:
Re: CASO FERNANDO ELIAS
JUÍZA REAFIRMA CANCELAMENTO DA SESSÃO DE JULGAMENTO DO PREFEITO FERNANDO ELIAS
A juíza Tiane Lohn Mariot da Vara da Fazenda Pública de São José reafirmou, há poucos minutos, o cancelamento da sessão de julgamento do Prefeito Fernando Elias, que seria realizada amanhã, dia 04 de abril. Segue abaixo, texto na íntegra dessa reafirmação:

Considerando a petição protocolada pelo impetrante posteriormente ao deferimento liminar (fls. 373/375), dando conta de que os trabalhos da Comissão Processante já estariam supostamente encerrados, havendo, tão-somente, doravante, o julgamento pela cassação ou não do alcaide, e a fim de que não pairem dúvidas sobre a extensão da decisão anteriormente prolatada, determino que a suspensão dos trabalhos da Comissão Processante n. 02/2007, liminarmente deferida, alcance, por óbvio, a sessão de julgamento, que deverá restar adiada até resolução definitiva do writ ou determinação judicial em contrário.
Intimem-se, pelo plantão, caso necessário.

SITE DA CÂMARA

Enquanto isso, o site da Câmara continuava informando sobre a realização da sessão de julgamento do prefeito: “Sessão de julgamento do prefeito Fernando Elias será na sexta-feira”

“Será nesta sexta-feira (04/4) a sessão de julgamento do prefeito Fernando Melquíades Elias por irregularidades político-administrativas. A sessão começa às 8 horas. A data foi marcada pela presidência da Câmara acatando deliberação da Comissão Processante do Lixo, que divulgou na quarta-feira relatório final no qual pede a cassação do prefeito.


“Na tarde de quarta-feira (02/04) um dos procuradores de Fernando Elias, o advogado Rodrigo Valgas dos Santos foi notificado da data do julgamento”.



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CONSIDERAÇÕES FINAIS


São muitas e, de certo modo, graves as denúncias contra o prefeito Fernando Elias, de São José, não apenas na questão do contrato do lixo, cuja investigação deveria atingir outras figuras públicas, mas também em relação a outros temas.


Por exemplo, a “privatização da Saúde”, que levou a Câmara a instaurar outra CPI, pela unanimidade de votos. E a contundente denúncia do vereador Carlos Lélis, até recentemente, um aliado de Fernando Elias. Segundo o site da Câmara, “o vereador Carlos Lélis Souza (PR) acusou o prefeito Fernando Melquiades Elias de apropriação indébita pois, desde novembro de 2007, a prefeitura não faz o repasse, para a São José Previdência, dos recursos que desconta do salário dos servidores. ‘Isso é apropriação indébita. São entre R$ 2,5 milhões a R$ 3 milhões. (Ele) botou a mão no dinheiro’, disse Carlos Lélis”. Está no site http://www.cmsj.sc.gov.br/.

Sobre o caso do lixo, que gerou a Comissão Processante, muito mais deve ser investigado. Afinal, Fernando Elias não foi o contratante. Pegou a batata quente.

A Justiça de São José, que se esmera na edição de liminares, deveria pegar o fio da miada dessa emporcalhada questão, lá atrás, e investigar a fundo. Tarefa essa da competência do Ministério Público.

Tenham certeza, revelações surpreendentes surgiriam, talvez até envolvendo outras figuras públicas. O que não quer dizer que, se culpa Elias tem, ela seria transferida a seus antecessores. Não é isso. É que a investigação precisa ser aprofundada. E deve haver mais transparência.

(Baby Espíndola)

quinta-feira, abril 03, 2008

CÂMARA VOTA CASSAÇÃO DE FERNANDO ELIAS, NA SEXTA, APESAR DA LIMINAR DA JUSTIÇA

Uma liminar da justiça de São José, cidade da Grande Florianópolis, em Santa Catarina, concedida no início da tarde de quinta-feira, 3 de abril, suspende os trabalhos da Comissão Processante do Lixo.

Mesmo assim, a Câmara mantém a agenda de atividades e pretende realizar a sessão de julgamento do prefeito Fernando Melquíades Elias (PSDB), nesta sexta-feira, 4 de abril, às 8 horas. A assessoria do presidente da Câmara, vereador Édio Osvaldo Vieira (PSDB), confirmou a data e hora da sessão, por telefone, na tarde de terça-feira, às 17h40.


Assim, duas informações, repassadas à imprensa pela internet, estão em rota de colisão, dificultando, inclusive a compreensão dos fatos.

Enquanto a Assessoria de Comunicação da Prefeitura de São José disponibiliza, através de e-mail, informação de que “juíza suspende trabalhos da Comissão Processante em São José”, o site da Câmara de Vereadores informa que a “sessão de julgamento do prefeito Fernando Elias será na sexta-feira”. Ambas as notícias têm datas de terça-feira, 3.

A NOTA DA PREFEITURA

“JUÍZA SUSPENDE TRABALHOS DA COMISSÃO PROCESSANTE EM SÃO JOSÉ

“A Juíza Tiane Lohn Mariot da Vara da Fazenda de São José concedeu, no início da tarde de hoje, 03 de abril, uma liminar para suspender o Processo da Comissão Processante do Lixo, em mandado de segurança impetrado pelo PSDB, contra ato do Presidente da Câmara Municipal, vereador Édio Vieira e da Comissão, referente à composição da CPI do Lixo, que deveria contar com a participação de um vereador do referido partido, respeitando o princípio da proporcionalidade partidária em todas as Comissões Parlamentares. A atual comissão é composta por um membro do PP, um do PTB e um do DEM”.

Fonte: Jornalista Rafaela Linhares, Chefe da Comunicação Social da Prefeitura

DO SITE DA CÂMARA

“SESSÃO DE JULGAMENTO DO PREFEITO FERNANDO ELIAS SERÁ NA SEXTA-FEIRA

“Será nesta sexta-feira (04/4) a sessão de julgamento do prefeito Fernando Melquíades Elias por irregularidades político-administrativas. A sessão começa às 8 horas. A data foi marcada pela presidência da Câmara acatando deliberação da Comissão Processante do Lixo, que divulgou na quarta-feira relatório final no qual pede a cassação do prefeito.

“Na tarde de quarta-feira (02/04) um dos procuradores de Fernando Elias, o advogado Rodrigo Valgas dos Santos foi notificado da data do julgamento”.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Câmara

Segundo explicação de assessores da presidência da Câmara Municipal, a Comissão Processante do Lixo se auto-dissolveu, na quarta-feira, 2, quando da divulgação do “relatório final, que pede a cassação do prefeito”. O relatório foi, então, encaminhado à Mesa Diretora da Câmara, que decidiu submete-lo ao plenário, em sessão a realizar-se nesta sexta-feira.

(Baby Espíndola)

DAS CRIANCINHAS, É O REINO DOS CÉUS

Quem matou a menina Isabella? Quem é o monstro, que teve coragem para atirar a criança de uma altura de mais de vinte metros, para o abismo da morte? A resposta pode estar aprisionada no porão de alguma mente doentia. Alguém que ainda não superou os conceitos de domínio de território, de clã e poder. Alguém que...

Nas savanas africanas, ou em outras planícies e florestas, batalhas acontecem, periodicamente, para que a natureza eleja o macho dominante de certos grupos de animais. O rei do harém será mantido, ou após a luta sangrenta, que pode terminar em morte, surgirá um novo macho territorial.

Dessa prática participam várias espécies de felinos, carniceiros em geral, e também herbívoros. Os macacos babuínos travam batalhas horripilantes, pelo domínio do harém, pelo direito de perpetuar a espécie, de transmitir o gene às gerações futuras.

Contudo, é entre os leões, que a luta pelo domínio de território e do grupo é mais violenta. Conhecemos esses detalhes através de relatos, documentários, a nós trazidos pela modernidade tecnológica.

Antes, durante e, principalmente, depois da luta, muito mais está em jogo. As fêmeas e, talvez, até os filhotes, sabem que suas vidas também correm risco. Os filhotes, escondidos entre moitas de capim, aguardam, apavorados, o fim da contenda.

Se o macho dominante conseguir vencer o rival desafiante, em pouco tempo as atividades do grupo voltarão à normalidade. As fêmeas continuarão caçando, como sempre, para alimentar os filhotes e o macho, que, por conta de hierarquia, tem prioridade na hora do banquete de sangue. Até lamberão suas feridas, o processo terapêutico que dá bons resultados.

Mas, se o desafiante vencer a sangrenta batalha, que pode durar minutos ou horas, toda a ordem estabelecida será quebrada. Ao perdedor, mesmo sendo ele o garanhão das estepes, resta o consolo de fugir para bem longe, levanbdo na bagagem a dupla dor: a física, das feridas, e o desgosto de perder o reinado e ter que amargar a solidão. Parece que a notícia se espalha rapidamente, via internet leonina, e todos os demais grupos rivais ficam sabendo do triste currículo do derrotado. Infeliz destino. A partir de então, o leão ferido, geralmente velho, terá que caçar sozinho, para não morrer de fome. Tarefa essa, extremamente difícil, pois as caçadas são realizadas em grupo, sob a coordenação de uma das fêmeas.

E os filhotes, descendentes do macho vencido, todos serão executados pelo novo senhor da juba dominante. É uma tática facilmente compreensível. Primeiro, porque ele elimina a chance de uma vingança futura. Talvez, pelas características passadas de pai para filho, é possível que um descendente do derrotado tente se impor diante do novo rei, que desbancou seu pai. Mas, o principal motivo da matança, é liberar as fêmeas que, sem os filhotes para cuidar, entrarão mais rapidamente no cio. É nessa nova etapa do grupo, que o macho dominante fincará o mastro da bandeira de seu reinado.

Nem mesmo essa teoria do mundo animal, é capaz de explicar o comportamento da raça humana. Por que pai, mãe, padrasto, madrasta, assassinam seus filhos?

Que teoria poderá explicar a morte da menina Isabella Nardoni, 5 anos, que despencou, misteriosamente, do sexto andar de um prédio, na capital paulista, na noite de sábado, 29 de março. Se a versão da polícia está correta, o pai, o consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni, 29 anos, e a madrasta da menina, esposa dele, a estudante Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, são os suspeitos pela morte da criança.

Porém, culpa mesmo só se admite após todo um rito processual, com acusação baseada em provas contundentes e amplo direito de defesa. Ambos são os principais suspeitos, tanto assim é que o juiz Maurício Fossen, do Segundo Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça de São Paulo, decretou o pedido de prisão temporária do casal, acatando pedido feito pelo delegado Calixto Calil Filho. O policial, lotado no 9º. DP, adotou essa decisão, após ouvir o depoimento da mãe biológica da menina Isabella, Ana Carolina Cunha de Oliveira, e dos avós maternos. Nem todos os detalhes dos depoimentos foram revelados, mas, com certeza, algo de muito grave e chocante deve ter sido dito ao delegado.

Ana Carolina I, Anna Carolina II. Parece que Alexandre é o “grande” conquistador da espécie Ana Carolina. Já está na segunda edição.

Se o pai espancou (há vestígios de sangue e de violência no apartamento) e atirou a criança para o abismo mortal, porque agiu dessa forma? Ele não é um macho dominante de um território. Ele se impõe de outras maneiras, pelo prestígio, pelas posses, pelos bens, pelo patrimônio, pelo direito adquirido em forma contratual de ocupar aquele apartamento (território). Exerce domínio sobre a fêmea, a segunda da espécie Anna Carolina, que conquistou numa “batalha” de forma nenhuma sangrenta.

E, se fosse para estabelecer domínio inconsciente, não atacaria a filha, que nenhuma ameaça lhe poderia impor, principalmente porque carrega seu gene.

Se a culpa recair, de fato, sobre o pai, ou a madrasta da criança, talvez tenhamos que adicionar elementos químicos, álcool, drogas ilícitas, para explicar uma atitude tão extremada. No momento, tudo não passa de especulação.

Do homem misterioso, que Alexandre diz ter visto no apartamento, até agora, após várias buscas e investigações da perícia, nenhuma notícia. Nem mesmo uma descrição física, o pai da vítima foi capaz de oferecer à polícia.

E se foi a madrasta (malvada)? Ela, sim, Anna Carolina II, inconscientemente, poderia estar querendo tirar de seu “território” a descendente de outro clã, outro gene, herdeira do patrimônio do macho dominante, concorrente de suas crias, na divisão de espaço, alimentação (caça), mas principalmente carinho.

Admitamos que ela imaginasse, cega por qualquer sentimento confuso, que Alexandre reservava mais atenção e carinho à menina Isabella, do clã Ana Carolina I, do que a seus dois filhos. Uma fêmea também luta por território e poder. Pode ser bastante habilidosa na arte de mostrar as garras. As leoas caçam e mantém hierarquia dentro do bando.

Em algumas espécies do reino animal, inclusive entre os cães selvagens, somente a fêmea alfa pode cruzar com o macho, também alfa, e reproduzir. Às tias é reservado o direito e (principalmente) dever de auxiliar na criação da prole. Seria, a menina Isabella, filha de uma fêmea desbancada do bando, que não mais é a matriarca alfa, uma ameaça aos instintos animais de Anna Carolina II? Aos 24 anos de idade cronológica, que idade mental tem essa moça? Tem maturidade para conviver com a imagem e semelhança da outra, a Ana Carolina I?

Todos nós somos mamíferos, de certa forma territoriais, dominantes e agressivos. Somos animais biológicos e, ao que tudo indica, estamos, gradativamente, perdendo a harmonia ditada por regras, conceitos éticos, ensinamentos religiosos, que servem de freio aos instintos selvagens, muitos deles calcados no materialismo territorial.

Quem matou a menina Isabella? Quem é o monstro, que teve coragem para atirar a criança de uma altura de mais de vinte metros, para o abismo da morte? A resposta pode estar encavernada no subconsciente de alguma mente doentia. Alguém que ainda não superou os conceitos de domínio de território, de clã e poder.

Fosse, eu, um psicólogo de carteirinha, me arriscaria ainda mais, perambulando pelas sanavas, vales e montanhas da teorização. Por ora, prefiro fazer parte do batalhão de pessoas que continuam lutando por um mínimo de ética, dignidade e respeito à vida. E, principalmente, por justiça.

Para os que ainda guardam um pouquinho de fé e dignidade, recordo algumas poucas palavras do Mestre: “Vinde a mim as criancinhas, pois delas é o reino dos céus”. Tenham certeza, a menina Isabella está muito bem, em esplêndida companhia.

(Baby Espíndola)

quarta-feira, abril 02, 2008

AS AVENTURAS DO SR. VOLTZ, O REI DO OESTE

Empresário que agrediu frentista, também bateu em policial militar, no velho Oeste catarinense. Mesmo assim, novamente foi liberado pelas autoridades.

O empresário Valmir Neckel Voltz, o mesmo que, no dia 13 de março, agrediu covardemente a frentista Salazete Ficagna, em um posto de combustíveis de Chapecó, voltou a demonstrar toda a sua irracionalidade e agressividade, na noite de terça-feira, primeiro de abril, poucas horas após uma mal sucedida audiência, no Fórum de Chapecó.

Praticou mais uma agressão. Fez e vai fazer de novo, pois é um protegido do IBI – Instituto Brasileiro da Impunidade, que é patrocinado por uma legislação permissiva, baseada no direito humanitário, a manta protecionista dos bandidos. Desses documentos, certas autoridades fazem uma leitura didática e aplicam seu conteúdo com muito esmero. Isso, para felicidade geral da bandidagem, desde aqueles do tênis sujo, até os outros, das gravatas de grife. Como conseqüência, denota-se, que as autoridades estão perdendo a motivação para combater o crime e condenar os criminosos.

Essa segunda agressão que, infelizmente, não será a última, aconteceu enquanto eu preparava, no final da noite de terça-feira, primeiro de abril, a postagem da crônica “Advogado de empresário agressor debocha da vítima, durante audiência, no Fórum de Justiça de Chapecó”. Por que afirmo, categoricamente, que não será a última investida agressiva do empresário Valmir? Porque ele já decorou os trilhos da impunidade, já sentiu o gostinho, o prazer de fazer, de bater numa moça indefesa, e agora de agredir um policial, na certeza absoluta de que nada lhe pode acontecer.

Consta que a PM fazia uma ronda de rotina, investigando em ambientes suspeitos e, num boteco qualquer, encontrou Valmir, que não colaborou. Quando intimado a abrir o carro, resistiu e, no corpo a corpo, agrediu um policial. Segundo relato oficial, o tal do empresário fugiu para o mato e, ao pular uma cerca, fraturou o braço esquerdo. Se quebrou o braço de uma outra forma, nem desejamos aqui questionar. Pois deveria ter quebrado o pescoço, disse uma senhora de cabelos da cor da neve. Detalhe importante: a Polícia Militar tinha aparentes motivos para revistar todos os freqüentadores do bar. Antes da abordagem a Valmir, os policiais realizaram a prisão de um homem, com munição para arma de fogo. Gente perigosa!

Na mesma terça-feira, horas antes da agressão ao policial, ele e seu advogado humilharam a frentista Salezete, durante audiência, no Fórum de Chapecó. Mesmo tendo agredido um policial militar, que representa o Estado, estranhamente, Valmir Voltz foi liberado e responderá a um termo circunstanciado. Esse filme, já vimos antes, quando ele agrediu a “coices”, a funcionária do posto.

Duas agressões, dois termos circunstanciados, em menos de quinze dias. Punição? Nada. Quando matar alguém, então, talvez... talvez, o aloprado seja preso. Termo circunstanciado, o tal tc, não tem serventia nem mesmo em banheiro de rodoviária. Alguém tem que buscar o caminho da justiça, nesse país sem lei.

Talvez, para ser preso, preso mesmo, Valmir Voltz tenha que agredir todo o batalhão da Polícia Militar de Chapecó, inclusive o comandante, os policiais civis, os delegados e todas as demais autoridades da comarca. Uma surra em cada um, dia e noite. Aí, quem sabe...

O leigo, o menos conhecedor das normas legais, condenaria veementemente as atitudes dos policiais. Mas, é preciso entender, que existe uma legislação, que assegura os “direitos” dos criminosos.

Valmir, o estuprador de conceitos éticos, certamente tem conhecimento das regras gerais da impunidade. Vejamos: Enquanto o artigo 129 do Código Penal, que trata do crime de lesão corporal, define “detenção de três meses a um ano”, para quem “ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem”, a lei 9.099, de 26 de setembro de 1995, derruba qualquer possibilidade de punição.

Para uma melhor compreensão dos fatos, adicionei, aos meus superficiais conhecimentos, o aconselhamento jurídico do advogado Alexsander Luz, que buscou, no artigo 69 da Lei nº. 9.099, a explicação para o absurdo da impunidade. Segundo os ensinamentos do dr. Luz, “crimes de menor potencial ofensivo, incluindo lesão corporal leve, quando o autor se dispõe a assinar termo de compromisso, diante da autoridade policial, esta fica impedida, pelo parágrafo único (da citada lei), de autuar o autor do delito em flagrante ou de exigir fiança”.

Diz, textualmente, o parágrafo único: “Ao autor do fato que, após a lavratura do termo, for imediatamente encaminhado ao juizado ou assumir o compromisso de a ele comparecer, não se imporá prisão em flagrante, nem se exigirá fiança”. Exatamente como nos ensinou o brilhante advogado.

Os efeitos da nociva lei 9.099 passam a valer, quando a pena máxima prevista ao acusado é inferior a dois anos. No caso de lesão corporal: três meses a um ano de detenção.

Conjecturando... Entenderam porque um Valmir qualquer sai dando porrada, repete a dose e nada acontece? Porque legisladores, alguns deles que usam o Congresso Nacional como esconderijo, para fugir da justiça, votaram a aprovaram leis protecionistas. Esse artigo 69 da lei 9.099 assassinou, impunemente, o artigo 129 do Código Penal, o vovô caduco e gagá. A sociedade está a exigir um novo texto do Código penal, leis mais severas, e que sejam cumpridas.

Senhores, a agressão à frentista Salezete, da maneira covarde como aconteceu, levaria o agressor à cadeia, em qualquer país civilizado do mundo. Menos no Brasil, terra sem lei, o filme da vida real.

O senhor Valmir já provou que é um desajustado na sociedade, um homem perigoso e covarde. O primeiro texto, que sobre seus atos agressivos escrevi, tinha por objetivo, alertar a sociedade e cobrar uma postura mais rigorosa das autoridades, para esse caso específico e tantos outros, todos protegidos pelo manto da impunidade.

O que não poderia imaginar é que, enquanto preparava o texto, postado abaixo, – “Advogado de empresário agressor debocha da vítima, durante audiência, no Fórum de Justiça de Chapecó” –, no fim de noite, Valmir Voltz barbarizava no Oeste. Literalmente, como no velho Oeste.

Dessa vez, contra os policiais que, talvez por negligência, não foram busca-lo em casa, ou em algum bordel, como esse, no qual ele se encontrava, no momento da confusão da noite de terça-feira. Mesmo sabendo que a justiça o soltaria, deveriam agarra-lo, na mesma noite da agressão. Pagaram caro, os policiais. Só espero que tenham aprendido a lição.

Não importa se o agressor dirige um carrão ou um carro velho... Se agrediu, tem que ser punido. Infelizmente, dinheiro e status estão norteando nossa sociedade e interferindo na justiça e nas atividades policiais.

Há uma grande torcida, para que a próxima investida de Valmir Voltz seja praticada contra seu próprio advogado. Aquele que, na audiência da manhã de terça, humilhou a frentista Salezete, indagando, com ironia e desprezo, se ela pagaria indenização ao empresário que a agrediu.

Claro que esse desejo intrínseco não passa de uma extravagância lingüística, de alguém que sente uma grande revolta pelo avassalador crescimento da impunidade. De alguém que, diariamente, sonha com o surgimento do império absoluto da Justiça.

(Baby Espindola)

ADVOGADO DE EMPRESÁRIO AGRESSOR DEBOCHA DA VÍTIMA, DURANTE AUDIÊNCIA, NO FÓRUM DE JUSTIÇA DE CHAPECÓ

Eu vi. Você viu. O Brasil e o mundo viram, a covarde agressão de um brutamonte, a uma frentista de um posto de combustíveis, em Chapecó, Oeste de Santa Catarina. Nós vimos. E quando o fato foi noticiado pela televisão, imediatamente, aqueles que conhecem os envolventes tentáculos do Instituto Brasileiro da Impunidade, IBI, anteciparam o veredicto: Não vai dar em nada.

Difícil acreditar... Na audiência, no Fórum de Chapecó, na manhã de primeiro de abril, dia da mentira, o advogado do empresário agressor tentou humilhar a vítima... E não levou pimenta nos beiços...

Para agredir e em seguida fugir, esse covarde tinha a absoluta certeza de que não seria punido. Tanto é que, minutos depois da agressão, a polícia tinha os números da placa do carro, o nome e endereço do proprietário. Mas, as “otoridades” não foram atrás do agressor.

Ficaram esperando que ele se apresentasse quando bem entendesse. Forte fisicamente o bastante para massacrar a moça, que estava no seu ambiente de trabalho, e confiante o suficiente para saber que os policiais de Chapecó não perseguiriam um empresário bem sucedido financeiramente, ele continuou tocando a vida, como antes, sem nenhuma alteração.

A agressão aconteceu em 13 de março. E, na terça-feira, primeiro de abril, justamente o dia da mentira, o agressor da frentista compareceu ao Fórum de Chapecó, pela manhã, acompanhado de advogado, para participar do faz de conta da justiça: uma audiência de conciliação.

Não há como negar a agressão. As câmeras de segurança flagraram Valmir Neckel Voltz agredindo, covardemente, a jovem frentista, Salazete Ficagna, com socos. Depois da agressão, o empresário adotou a postura vulgar aos covardes, simplesmente fugiu. Fugiu assim que percebeu a aproximação de um homem, que estava no posto. E as “otoridades”, nenhuma atitude tomaram para puni-lo.

Com escoriações no rosto e fortes dores pelo corpo, devido aos “coices” do empresário, a frentista Salazete foi encaminhada ao Hospital Regional de Chapecó. Superado o medo, mas ainda carregando o trauma e o temor de uma represália (pois a impunidade facilita o crime em dobro), a moça deu início a uma ação por lesões corporais e danos morais contra o empresário.

No Fórum, na manhã do dia primeiro de abril, a vítima ainda teve que passar pelo constrangimento de encarar o agressor, o fanfarrão, o que aumenta consideravelmente a sensação de impotência, gerada pela impunidade. Frente à frente, sentaram-se o agressor, empresário Valmir, e a vítima, a frentista Salazete.

Tenho certeza, ela sentiu vontade de dar com um diabo nas ventas do agressor, mas se conteve. Porque ainda respeita as leis, a justiça.

Fato revoltante: Na audiência, no Fórum de Chapecó, a advogada da vítima indagou se o agressor estava disposto a oferecer alguma indenização, pela agressão. Difícil acreditar, mas o advogado do empresário respondeu com a mesma pergunta: se a vítima estava disposta a pagar uma indenização ao agressor. Disse essa bobagem com ironia e desrespeito e não levou pimenta nos beiços. Bem que merecia. Antigamente era assim, quem dizia palavrão ou qualquer bobagem, era punido com pimenta na boca.

O argumento da defesa se baseia no “sofrimento” do empresário truculento. O coitadinho do tal Valmir ainda está chorando, porque a moça Salazete, perigosa moça, teria insultado sua família. Moça malvada, não deixou o empresário guardar uma moto no posto, o que o deixou furioso. Valmir é do tipo que não pode ser contrariado. Se acontece, fica muito macho. Para ir no banheiro, tem que ser amarrado. Depois do não da frentista, ele partiu para a porrada. Menino zangado! Sujeitinho covarde! A jovem frentista apenas disse um não, explicou que a direção do estabelecimento não permite o estacionamento de veículos no pátio

E agora, como não houve acordo, o caso será avaliado pelo promotor André Mello, que poderá apresentar denúncia, por lesões corporais leves, contra Valmir. O promotor tem cinco dias para se manifestar. Ouça a voz das ruas, senhor promotor! O povo exige justiça. Chega de impunidade!

Se condenado for, o empresário agressor, poderá receber uma pena de três meses a um ano de detenção, que poderá ser transformada em prestação pecuniária (doação de migalhas a entidades) ou prestação de serviços comunitários. O agressor de Chapecó poderá, por exemplo, virar chefe de uma equipe de trabalhadores braças, como aconteceu com Silvinho Land Hover Pereira, do PT.

Ao encerrar essas linhas despretensiosas, quero deixar esse questionamento: Doutor juiz, quanto custa uma agressão, quanto vale uma humilhação? Pessoas de boa índole, de boa formação, têm a resposta: a vida e a dignidade não têm preços. Infelizmente, os senhores da toga preta não ouvem o clamor popular, o povo que reclama justiça.

Fatos, como esse de Chapecó, Santa Catarina, acontecem diariamente no Brasil. Alguns até de maior gravidade, são punidos com penas irrisórias, pagamento de cestas básicas. Para um empresário do ramo da construção civil, como é o caso desse ignorante chamado Valmir, algumas dúzias de cestas básicas não lhe afundarão os bolsos. Basta ele beber e farrear menos.

Desejo, afirmar, ainda, que a justiça, na verdadeira acepção da palavra, é fundamental para o funcionamento de uma sociedade. E, por fim, faço um alerta: Nenhuma nação sobrevive muito tempo, com tantas falhas na justiça, e sob as regras ditadas pela impunidade.

terça-feira, abril 01, 2008

GOVERNADOR LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA É CONDENADO PELA JUSTIÇA DE JOINVILLE

O governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira (PMDB), que recentemente escapou da cassação, em processo que tramita no Tribunal Superior Eleitoral, foi condenado pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Joinville, Carlos Adilson Silva, a ressarcir os cofres municipais e a pagar multa.

Governador Luiz Henrique (D), ao lado do prefeito Fernando Elias, de São José, que também enfrenta processo de cassação

Foto: Baby Espíndola

LHS deverá devolver os 37.500 reais que foram gastos com um encarte, veiculado pela revista Veja, em 2001,quando ainda era prefeito de Joinville, no Norte do Estado. Os valores deverão ser devolvidos com correção monetária. Além disso, o governador também foi multado em 33.000 reais, correspondentes a três salários de prefeito, com base em valores da época em que a publicação foi realizada. O juiz Carlos Adilson Silva entendeu que houve “autopromoção política”, pela publicação, em forma de encarte, do informe publicitário "Joinville 150 anos: onde a vida é mais feliz".

Trata-se de decisão de primeira instância, com direito a recurso. A sentença do juiz Carlos Adilson Silva condena Luiz Henrique por “improbidade administrativa”, mas exclui as punições previstas na lei.

Mas o Ministério Público já está avaliando a possibilidade de recorrer da decisão do Judiciário, para pedir, além do ressarcimento aos cofres públicos e aplicação de multa, também a suspensão dos direitos políticos do governador. Mais essa complicação aumenta ainda mais o desgaste político de Luiz Henrique da Silveira, que é alvo de julgamento no TSE, onde aguarda o desfecho de ação movida pela coligação Salve Santa Catarina, de 2006.

O autor da ação, em Joinville, é o promotor da Moralidade Administrativa, Assis Marciel Kretzer, que sustenta que as oito páginas, encartadas na edição de 3 de março de 2001 da revista Veja, teriam sido “encomendadas pelo próprio Luiz Henrique à agência de publicidade, que presta serviços à prefeitura”.

Em sua sentença, divulgada na segunda-feira, 31 de março, o juiz Carlos Adilson Silva considerou que o encarte teria ferido “os princípios da impessoalidade, finalidade, moralidade e legalidade”, ao vincular obras e serviços da prefeitura à imagem de Luiz Henrique.

Já os advogados do governador, entendem que o material veiculado na revista “se limita a informações relativas ao aniversário de 150 anos de Joinville”, o que não caracterizaria “benefício pessoal”.

Tão logo ocorra a publicação da decisão no Diário Oficial do Estado, os defensores de LHS pretendem entrar com um recurso no Tribunal de Justiça. Vale salientar que o prazo para o recurso ainda não está correndo, e que a publicação da decisão no Diário Oficial deve acontecer em duas semanas. A partir de então, o prazo para que a defesa recorra da decisão da Justiça de Joinville é de 15 dias.